ENSINAR COM AMOR


" O amor é constitutivo da vida humana, mas não é nada especial. O amor é fundamento do social, mas nem toda convivência é social. O amor é a emoção que constitui o domínio de condutas em que se dá a operacionalidade da aceitação do outro como legítimo outro na convivência, e é esse modo de convivência que conotamos quando falamos do social. Por isso, digo que o amor é a emoção que funda o social. Sem a aceitação do outro na convivência, não há fenômeno social." Humberto Maturana. O afeto é um instrumento pedagógico que precede ao uso do giz e da lousa. Ser afetivo não é ser adocicado. Ser afetivo é trabalhar com as qualidades, as emoções, os interesses e sonhos. Homem algum vive sem sonhos, pois eles despertam ações. Em termos práticos é trazer para o campo da educação o interesse e o amor dos atores da escola. Um aluno que ama aprender aprende melhor; um Professor que ama ensinar, ensina melhor. Como sempre acontece nas mediações afetivas, o fim dessa história foi positivo, pois, como diz Rubem Alves, há escolas que são asas e há escolas que são gaiolas. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados, o que elas amam são pássaros em voo. Entretanto, o voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado. Encorajar o voo é permitir que o afeto atue plenamente nas suas dimensões pessoal, social e pedagógica. Autor: Eugenio Cunha.

Psicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga -

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