© criado por Carla Reichert 

LIMITES PARA AS CRIANÇAS

September 28, 2016

 

 

 

 

 

 

Caros leitores, começo meu artigo desta edição com a seguinte citação:

 

“Qualquer criança me desperta dois sentimentos: ternura pelo que é e respeito pelo que poderá vir a ser”. (Louis Pasteur). E novamente, volto a falar de um assunto que não sai do meu consultório. Dia após dia, recebo Pais com problemas graves de limites com seus filhos, perdidos, sem saber como agir e atuar com eles. Pais, da geração atual, tem tem demonstrado muito receio de atuarem junto a seus filhos, exercendo um tipo de disciplina rígida, como viveram na sua infância. Contudo, atualmente, é bastante comum existirem crianças nas famílias que demonstram sentimento de estarem perdidas pela falta de imposição de limites em sua educação. E quando se deparam com situações que fogem do seu controle, elas expressam de forma a provocar, principalmente, os adultos que com ela convivem. Os pais devem sempre representar figuras de autoridade diante dos filhos, o que não significa que desempenhem apenas funções punitivas. A figura de autoridade deve ser firme, é claro, porque esse papel, num primeiro momento é desempenhado pelos pais e respeitado pela criança, e futuramente será desempenhado pela sociedade através das leis. Dessa forma, a figura de autoridade dos pais, a maneira pela qual a criança vai lidar com ela e com os limites,fica como base para a assimilação das regras sociais e a adaptação a elas na idade adulta. E como podemos impor limites? 1º - ser seguro e assertivo quando falar; 2º - manter-se coerente: o que vale é o que se passa na ação, e não o que se diz; 3º - aprender a dizer não sem culpa, não significa que perderá o amor do seu filho e sim contribuindo para que o mesmo aprenda a superar possíveis frustrações ; 4º - Estar em sintonia com o parceiro é fundamental. Caso não concorde com atitude tomada por seu(sua) parceiro(a), em relação ao seu filho, procure não desautorizá-lo(a), exponha sua opinião longe da criança; 5º - Seja firme e exerça sua autoridade, evitando dizer ao seu filho a famosa frase :”quando seu pai (ou mãe) chegar, você vai ver.”; 6º - Sem ameaçãs. Nunca prometa o que não poderá cumprir. Você ficará desacreditado(a) perante ele; 7º - exerça sua função de Pais. Não seja apenas amigo do seu filho, isso pode confundi-lo.; 8º - Conheça os amigos do seu filho e procure saber o que ele anda fazendo; 9º Exerça o controle nas diversões eletrônicas ( TV, Internet, Vídeo- Games, Computador).Seu filho pode estar adquirindo valores que você nem imagina; 10º - Passe mais tempo com o seu filho.

 

Francilene Torraca - Psicóloga, Pedagoga, Psicopedagoga.

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